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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Promoção de saúde na ESF Rio Pardinho

O Grupo de Teatro da AAPECAN Santa Cruz esteve hoje na ESF Rio Pardinho realizando sua ação de promoção a saúde.
Os usuários que participam da oficina apresentaram a peça que aborda o tema preventivo, auto-estima, auto-conhecimento e saúde para as pessoas que utilizam o espaço e os funcionários. Também relataram um pouco da sua vida após a descoberta do câncer.

Essa foi a primeira das 3 apresentações semanais que aconteceram no local.  







quarta-feira, 26 de março de 2014

Espaço Nutricional


No Jornal Acreditar, jornal trimestral da AAPECAN sempre temos matérias com dicas nutricionais escritas pela nutricionista Eveline Bald de Lajeado. Na última edição ela falou um pouco sobre a importância de um bom café da manhã.

O café da manhã é a refeição mais importante do dia, pois repõe as reservas de energia após um longo período em jejum (em média 8 horas), enquanto dormimos. 
A omissão do café da manhã obriga o organismo a utilizar fontes alternativas de energia, o que leva a perda de massa muscular e pode prejudicar a função cerebral, interferindo nas habilidades e na memória.
O que devo comer pela manhã:
Para que essa refeição seja completa e saudável, ela deve conter proteínas, carboidratos, lipídeos e vitaminas, além das fibras. E onde podemos encontrar esses nutrientes?
• As proteínas são encontradas em alimentos de origem animal, como o leite, queijo e iogurtes.
• Os carboidratos estão presentes nos pães, cereais, bolos e biscoitos, além das frutas. 
• Os lipídeos, popularmente chamados de gordura, estão presentes na margarina, óleos e azeite, por exemplo.
• As vitaminas podem ser consumidas através de variadas frutas, ou suco natural de frutas. 
• E as fibras estão presentes também nas frutas e em alimentos como aveia, linhaça e granola, e em cereais integrais.

Dicas para o café da manhã:
- Inclua pelo menos um alimento de cada grupo entre os citados acima.
- Prefira o leite desnatado ao integral, pois ele contém menores quantidades de gordura.
- Ao comer pães e cereais, prefira os integrais, eles contêm maiores quantidades de fibras e vão nos manter saciados por mais tempo. Utilize também a farinha integral ao invés de farinha branca nas preparações caseiras, como pães e bolos.
- Procure variar nas frutas. Todas as frutas são ótimas para a saúde, mas cada uma delas contém vitaminas diferentes e essenciais ao organismo. Consuma as frutas da época, faça sucos, receitas, use a criatividade!
- Cultive o hábito de adicionar grãos, linhaça, aveia ou granola no café da manhã. Por exemplo: misture duas colheres de sopa de aveia em flocos ao leite, nas frutas, ou até mesmo em vitaminas de frutas batidas com leite. 
- Cuide da sua saúde, dedique a você a atenção que merece!



quinta-feira, 13 de março de 2014

Medula Óssea


Muita gente confunde transplante de medula óssea com transplante da medula espinhal. Infelizmente, não se domina ainda a tecnologia necessária para transplantar um fragmento que seja da medula espinhal, isto é, da porção do sistema nervoso central que passa por dentro do canal localizado na coluna vertebral.

Quando se fala de transplante de medula óssea, estamos nos referindo a um procedimento clínico que possibilita retirar parte da medula alojada na cavidade interna de vários ossos, aquela parte que no esqueleto dos bovinos, por exemplo, chamamos de tutano.

A medula óssea é formada por tecido gorduroso no qual são fabricados os elementos figurados do sangue: hemácias ou glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.

No entanto, ela pode entrar em falência e não ser mais capaz de produzir as células do sangue ou pode ser destruída completamente durante o tratamento de determinados tipos de câncer que exigem altas doses de medicamentos quimioterápicos e/ou de radioterapia. Em situações como essas, o transplante alógeno de medula óssea pode ser a única maneira de salvar muitas vidas. O procedimento é bastante simples. Colhe-se uma pequena quantidade de células progenitoras da medula óssea do doador e injeta-se no sangue periférico, na veia do receptor. Através da circulação, essas células atingirão o interior dos ossos, lugar onde mais gostam de viver, começarão a multiplicar-se e retomarão a atividade de produzir os componentes do sangue. Em pouco tempo, o doador terá recomposto completamente sua medula óssea e, se quiser, estará apto para uma nova doação.

Embora simples e possível de ser feito, esse procedimento esbarra num grande problema. Como se sabe, o organismo tem a capacidade de rejeitar tecidos que lhe são estranhos. No caso específico do transplante de medula óssea, essa rejeição tem características muito especiais que dificultam encontrar um doador compatível.

Dúvidas? Vamos tentar esclarecer!

Que chance tem de conseguir um doador a pessoa que necessita de um transplante de medula óssea?
A possibilidade maior é encontrar um doador entre os irmãos. Como se trata de herança genética, a chance de ser compatível é de 25% por irmão. Portanto, quanto mais irmãos houver, maior a probabilidade de um encontrar um doador nesse grupo familiar.
Atualmente, porém, a tendência é existirem famílias cada vez menores. Por isso, entre 60% e 70% dos pacientes que necessitam de um transplante de medula óssea não encontram doadores entre os familiares e precisam tomar outras providências.

O que precisa fazer um doador voluntário de medula óssea?
Primeiro, o doador voluntário precisa preencher um cadastro e colher uma amostra de sangue para um teste de compatibilidade (HLA). O resultado obtido por meio de um exame de laboratório bastante comum é colocado num banco de dados do Ministério da Saúde, o REDOME (Registro dos Doadores de Medula), no Rio de Janeiro. Sempre que houver um paciente que necessite de transplante e não tenha encontrado doador na família, os médicos podem consultar esse registro. Uma vez localizada uma pessoa compatível, ela será convocada para realizar novos exames de sangue e para uma avaliação clínica a fim de saber se pode de fato doar a medula.

Para montar um arquivo de doadores, o sangue desses voluntários é colhido no Brasil inteiro?
O sangue é colhido nos hemocentros dos diversos estados. O processo é bem simples. O doador vai ao hemocentro mais perto de sua casa, colhe uma amostra de sangue e preenche um cadastro. Essa amostra é enviada para um laboratório de histocompatibilidade, que faz um exame e envia o resultado e os dados do doador para o REDOME, no Ministério da Saúde no Rio de Janeiro, onde fica centralizada a informação obtida no Brasil inteiro. Se um paciente precisar de transplante, realiza-se uma busca nesse cadastro para ver se existe alguém compatível.

Vamos levantar uma hipótese. Eu doo uma amostra de sangue e meu nome vai para esse cadastro. Passam-se dois anos e alguém me telefona dizendo: “Estamos precisando de sua medula, porque ela é compatível com uma pessoa que precisa de transplante no Pará”. Qual é o procedimento burocrático daí em diante?
Você irá doar sua medula no centro de transplantes mais próximo de sua casa. Se morar em São Paulo, num dos centros de transplante registrados nessa cidade. O doador não precisa locomover-se até o local do transplante. É a medula que vai congelada num saco como se fosse sangue. Além disso, não existe nenhum custo para o doador. Tudo é pago pelo Ministério da Saúde, pelo SUS.

Chegando ao hemocentro mais próximo de minha casa, qual será o procedimento seguinte?
Numa primeira etapa, será feita uma avaliação clínica do doador para saber se está em condições de doar a medula sem correr nenhum risco e serão repetidos os exames de sangue. As sorologias são feitas só nesse momento. Não é como na doação de sangue comum que elas são feitas imediatamente para verificar casos de hepatite, sífilis, HIV, etc.

Como se doa a medula óssea?
Existem duas formas de doar a medula óssea: por punção de veia periférica para filtração das células-mãe, as células progenitoras, através de um aparelho ou puncionando a medula diretamente da cavidade do osso.

Como é feita a doação por punção da veia periférica?
É um procedimento parecido com o de doar plaquetas do sangue. Antes o doador recebe um medicamento que estimula a produção de células brancas, principalmente de células progenitoras imaturas, que migram da medula óssea para as veias. Cinco dias depois, seu sangue passa por uma máquina semelhante à de diálise, onde é filtrado para coletar essas células. Em média quatro horas de filtração bastam para conseguir a quantidade necessária de material que será processado e levado para o paciente que precisa do transplante.

Já o outro método é puncionar diretamente a medula óssea do osso, do tutano, como você disse. Usando seringa e agulha, são feitas punções no osso do quadril para aspirar o material que contém as células progenitoras do sangue. Nesse caso, o doador é anestesiado para que não sinta dor. Esse procedimento dura 40 minutos.

Quem pode ser doador de medula óssea?
Qualquer pessoa entre 18 e 54 anos, em bom estado de saúde, pode ser doadora de medula óssea.

Qual o número número de doadores inscritos no REDOME?
Atualmente em torno de 45.000 pessoas registradas. Os Estados Unidos têm cinco milhões. Portanto, no Brasil é muito pequena a possibilidade de achar um doador compatível. Já nos Estados Unidos, em média, é de mais ou menos 50%. Dependendo do tipo de herança genética, se for das mais frequentes, a chance de achar alguém no registro americano é de 80% e, se for uma herança mais rara, de 30%. Nós, brasileiros, podemos recorrer aos registros americanos e europeus, mas como nossa herança genética é muito miscigenada, o mais provável é encontrar um doador no nosso País.




ATUALIZAÇÃO DOS DADOS DE CADASTRO

Caso você já tenha feito o cadastro e tenha doado a amostra de sangue, saiba que essa amostra fica armazenada e você não precisa mais doar.
No entanto é preciso atualizar o seu cadastro, pois caso haja uma compatibilidade é preciso entrar em contato com o doador e muitas vezes os dados já não são os mesmos e uma vida pode se perder por isso. Então, você pode preencher seu cadastro neste link do INCA:



FONTE: INCA, Dr. Dráuzio Varela e Dra. Carmen Vergueiro






quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Ação de prevenção do câncer de pele em Lajeado


A AAPECAN Lajeado realizou na manhã do dia 03 de fevereiro uma ação no centro da cidade para a conscientização dos cuidados e prevenções sobre o câncer de pele. O evento que teve início ás 9 horas serviu de em alusão ao Dia Mundial do Câncer, que tem como sua data o dia 04 de fevereiro..
Alguns usuários que possuem câncer de pele estiveram no centro para um bate papo e distribuição de folders informativos sobre a prevenção e os cuidados com a pele diante deste verão tão quente.
A Maxxi Econômica Farmácias doou para a ação diversos protetores solares que foram distribuídos à população que vinha até nós para um bate papo e a rádio Legal FM cedeu um espaço para entrevistas com a psicóloga Janaína Zimmer e o assessor de comunicação Lusardo Júnior que falaram um pouco mais do evento e deram orientações sobre prevenções.
Já na rádio Independente, foi a vez da Assistente Social Fabíola Fagundes e da Psicóloga Janaina Zimmer falarem da prevenção e de como a AAPECAN ajuda quem precisa de tratamento.





terça-feira, 21 de janeiro de 2014

3ª Caminhada do Dia Mundial do Câncer

O SINAL VERDE PARA SUA SAÚDE ESTÁ LIGADO!





A AAPECAN Santa Cruz estará realizando no dia 04 de fevereiro a sua 3ª caminhada em alusão ao Dia Mundial do Câncer.


A caminhada é um evento de conscientização sobre as formas de prevenção da doença e a melhoria da forma de viver para quem possui.

A caminhada acontecerá como de costume pela rua Marechal Floriano com a concentração a partir das 09:30 em frente a Íria Calçados e com início da ação às 10 horas. O trajeto será percorrido até a Borges de Medeiros e retornando pela rua Marechal Deodoro até a Praça Getúlio Vargas.

Convidamos a todos para participarem deste importante evento para conscientização do câncer.

Maiores informações pelo fone: (51) 3056.9500

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Novembro Azul

E chegou a vez dos homens terem um mês no ano dedicado a campanhas relacionadas à sua saúde, em especial ao câncer de próstata. Durante o mês de novembro, conhecido como “Novembro Azul”, diversas campanhas são realizadas para alertar aos homens sobre os cuidados que devem ter com sua saúde e a ida ao médico para exames de prevenção.

O exame de toque ainda pode ser considerado por muitos um tabu, onde impera os pensamentos errôneos de “não me toque, não me rele”, “aí é só saída”, “nem pense em encostar seu dedo aí”, mas não há outro modo, ainda, de se examinar a tal da próstata. Talvez num futuro breve haja algum scanner poderoso capaz de identificar tudo o que há de errado no corpo humano. E alguns médicos já começam a aconselhar os homens a não esperar pelos 40 anos, mas se possível, ir antes para prevenir.

A ideia de Novembro Azul é disseminada em muitos países e isso tem gerado movimentos interessantes que buscam espalhar a ideia e tentar tirar esse tabu da cabeça masculina. É o caso do Movember, um movimento que surgiu na Austrália em 2003 e que além de campanhas relacionados ao câncer de próstata, também realizam palestras sobre câncer nos testículos, depressão nos homens e outros cuidados com a saúde.

No Brasil ainda é um pouco novo e algumas pessoas desconhecem a existência do Novembro Azul e suas ideias. Por isso tente tirar um pouco o pensamento jurássico sobre saúde masculina e procure fazer exames, não apenas relacionados ao câncer de próstata, mas de vários outros.

Fonte: Diogo Travagin

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Caminhada do Dia Nacional de Combate ao Fumo

Dia 29 de agosto foi um dia de conscientização nas ruas de Lajeado. A AAPECAN organizou uma caminhada pelo Dia Nacional de Combate ao Fumo, que teve início na Praça da Matriz, seguindo pela rua Júlio de Castilhos até a Benjamin Constant. A Caminhada teve participação de pacientes da AAPECAN, de moradores de Lajeado, alunos da escola Presidente Castelo Branco, do Secretário de Saúde e funcionários da Secretaria de Saúde, que também foi uma das apoiadoras da idéia. Durante o percurso foram distribuídos folders de conscientização a pedestres, motoristas e no comércio da região. Segundo a psicóloga da AAPECAN Lajeado Janaína Zimmer, as chances de uma pessoa desenvolver algum tipo de câncer aumentam entre 60 e 70% com o uso do tabaco. No caso de câncer de pulmão, o índice chega a 90%. Entre as cerca de 75 pessoas que frequentam a Associação em Lajeado, de 70% a 80% já fumaram ou ainda fazem uso do cigarro. 


Divulgação em Charqueadas

A AAPECAN Santa Cruz esteve no dia 28 de agosto no município de Charqueadas fazendo um trabalho de divulgação da entidade. 
Na praça em frente a rodoviária foi montado um estande com materiais informativos, camisetas e artesanatos que são confeccionados pelos alunos das oficinas da associação.
Já a assistente social, a psicóloga e o assessor de comunicação foram até a secretaria de saúde, onde tiveram um bate papo com o secretário de saúde do município, o sr. Simon Heberle de Souza, que ficou conhecendo ainda mais nosso trabalho. Também ficou conhecendo o trabalho da nossa Casa de Apoio e agendou para o dia 09 de setembro uma visita a nossa entidade e a construção da nova Casa de Apoio, que está localizada na rua Dorval Martins, nº 249.

Reunião com secretário de saúde


Divulgação




A AAPECAN Santa Cruz atende usuários na cidade, e um deles é o seu Arci Antônio de Lima, de 76 anos.


"A AAPECAN está sendo ótima, foi a única que me estendeu a mão graças a Deus, e está indo tudo bem. Estou sempre recebendo a ajuda com a cesta básica e um bom apoio da AAPECAN e se não fosse eles seria bem mais difícil, pois não posso trabalhar e meu ordenado é pouco e gasto com remédios. Então essa ajuda é muito importante para mim."

Doação de agasalhos

O Núcleo Acadêmico do Simers e o Hub de solidariedade, em parceria com o Diretório Acadêmico da Universidade de Santa Cruz do Sul, entre os ...