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sexta-feira, 2 de março de 2018

Voluntariado

Segundo definição das Nações Unidas, “o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte de seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos...”
O voluntário presta serviços não remunerados em benefício da comunidade; doando seu tempo e conhecimentos, realiza um trabalho gerado pela energia de seu impulso solidário, atendendo tanto às necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa, como às suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político, emocional.
As atividades de cunho social, ao contrário do que pode parecer, são exercidas de forma séria, e necessitam de especialização e profissionalismo, a atividade voluntaria exige a disponibilidade do profissional para trabalhar em grupo construindo com a organização, possibilidades de atuação e ações para melhorar a qualidade de vida das pessoas, desenvolvendo e aplicando novas habilidades, que irão colaborar para o crescimento da entidade e daqueles que são atendidos pela mesma.
Por incentivo das próprias organizações e por conscientização e informação da população, o trabalho voluntário ganha força e é um modelo a ser seguido em diversas regiões do mundo, principalmente, as atividades realizadas em Organizações Não Governamentais (ONGs), que não recebem ajuda financeira do governo e precisam constantemente do apoio e colaboração da sociedade.
Tanto na AAPECAN Santa Cruz do Sul quanto na Lajeado, contamos com esses verdadeiros anjos que investem o seu tempo em ajudar e incentivar nossos usuários a novas práticas.
Estão conosco neste ano em Santa Cruz do Sul: Sr. Jorge Renato dos Reis (Advogado), Maria Ester Jung e Ieda Maria Burtzlaff (Artesanato) e Adriana (Fisioterapeuta).
Em Lajeado contamos com Davis Vargas, Maria de Fátima, Marizete Dalla Corte (Reiki) e Denise Schneider (Reiki e Floral) , Samara Martinelli (Manicure), Leonisia Bald (Artesanato Comunitário), Rose M. Vivian (Artesanato), Gastão Delavald (Música), Juliete Carvalho do Mesa Brasil (Culinária), Egídio Bals (Horta), Dejanira dos Santos, Mara Mattes, Marlene Ramos e Lurdes Fanta (Brechó).
Se você também sabe fazer algo e gosta de ensinar, entre em contato conosco pelos fones (51) 3056.9500 em Santa Cruz do Sul e (51) 3714.2523 em Lajeado e quem sabe você também possa ser um voluntário.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Reunião dos voluntários

Aconteceu no dia 27 de julho a reunião dos voluntários da AAPECAN Lajeado na sede da Entidade. A reunião contou com os voluntários Maria de Fátima Abreu do reiki, Daniela Eckhardt do brechó, Rose Mary Vivian do artesanato, Lisete Inês Maders do brechó, Patrícia de Souza do brechó, Gustavo Jenisch Mendonça que faz os serviços gerais, Marizete Dalla Corte do reiki e Aline Kich da massagem, além da psicóloga Denise Junqueira, da assistente social Fabíola Fagundes e do coordenador da AAPECAN Lajeado Luiz Cezar Dias. 
A reunião serviu para dar continuidade ao trabalho dos voluntários no 2º semestre, e também para idéias de arrecadações de fundos para a entidade e atividades futuras. 



segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Campanha de doação de medula óssea

A AAPECAN Lajeado promoveu no dia 31 de julho, no Espaço Magic uma campanha de doação de medula óssea. A ação aconteceu durante a manhã e a tarde, com o objetivo de cadastrar interessados em ser doadores.
A campanha que contou com o apoio dos Parceiros Voluntário, Rotary Club de Lajeado Integração e do Hemocentro de Porto Alegre conseguiu cadastrar 228 amostras de sangue. 
O objetivo da campanha era coletar 300 amostras para dois cadastrados na entidade, a Franciele de 9 anos e o Victor de 4 anos. Mas sabemos que essas amostras poderão ajudar qualquer pessoa que precise, e esperamos o sucesso para isso. 

Como funciona
Para ser um doador voluntário de medula óssea é preciso se cadastrar, o que pode ser feito nas campanhas realizadas nos municípios. É necessário levar um documento de identidade em que constem dados pessoais para o preenchimento do cadastro. Em seguida, é coletada uma amostra de sangue – de 5 a 10 ml.
Os resultados vão para um banco de dados de nível nacional, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), onde são cruzados com informações de receptores. Se o doador for compatível, é chamado para uma nova bateria de exames, mais aprofundados.

Depois da chamada
A doação de medula óssea consiste na retirada de sangue, com uma pequena agulha, do osso do quadril. O material coletado é aplicado no receptor, por meio de uma transfusão. "O doador recebe uma sedação e anestesia". A pessoa precisa ficar apenas uma noite internada no hospital, para observação. Quanto ao material retirado, ele é restituído naturalmente pelo organismo.

A procura
O transplante de medula óssea é utilizado para doenças como leucemias, linfomas e aplasia de medula óssea (que é a destruição completa da fabricação dos componentes do sangue). Não podem ser doadores portadores do vírus HIV e pessoas que tenham diagnosticado algum tipo de câncer. Primeiramente, é procurado um doador na própria família. Quando não se encontra, procura-se alguém no Redome.

Atualização de dados
Quem já fez o cadastro e tem amostra de sangue retirada não precisa mais doar. Entretanto, para permanecer doador, deve manter o cadastro atualizado. É o caso de quem mudou de endereço ou telefone. Os dados podem ser alterados no site www.inca.gov.br/doador.

A AAPECAN agradece o apoio da população que compareceu para tentar salvar vidas. Agradecemos o Espaço Magic, aos nossos apoiadores, as mídias que nos apoiaram na divulgação e ao pessoal da Unimed que liberou seus funcionários para a doação.


Doação de agasalhos

O Núcleo Acadêmico do Simers e o Hub de solidariedade, em parceria com o Diretório Acadêmico da Universidade de Santa Cruz do Sul, entre os ...